Sindicato declara apoio à Chapa 2 e reforça luta em defesa do Saúde Caixa

Entre os dias 13 e 16 de janeiro de 2026, os empregados da Caixa vão às urnas para escolher seus representantes no Conselho de Usuários do Saúde Caixa. Diante de um cenário de constantes ameaças aos direitos e tentativas de desmonte do plano, o Sindicato declara apoio à Chapa 2 - Movimento pela Saúde, reafirmando seu compromisso histórico com a defesa da saúde dos trabalhadores e aposentados.
A posição da entidade reforça a luta pela sustentabilidade do plano, pela transparência na gestão e pela qualidade no atendimento, princípios que sempre nortearam a atuação sindical e que estão no centro das propostas da Chapa 2.
Em um contexto de ataques recorrentes, a atuação da Chapa 2 tem sido fundamental para barrar retrocessos. Foi graças à mobilização, à firmeza política e ao trabalho responsável do movimento que foram impedidos reajustes para 2025 e 2026 e barradas cobranças abusivas por faixa etária, medidas que penalizariam especialmente os trabalhadores mais antigos e os aposentados.
Agora, o desafio é avançar. A Chapa 2 segue na linha de frente da luta contra o teto perverso de 6,5% da folha de pagamento, que estrangula o financiamento do plano, e defende com clareza um modelo de custeio justo, com 70% de responsabilidade da Caixa e 30% dos empregados, garantindo equilíbrio financeiro sem sacrificar quem depende do Saúde Caixa.
Para a diretora Ramonna Mickaelly, o apoio do Sindicato tem lado e tem propósito. "Apoiar a Chapa 2 é garantir um plano de saúde sólido, justo e acessível, com gestão democrática. É lutar para que todos os empregados, inclusive os admitidos após 2018, tenham assegurado o direito à assistência na aposentadoria. Estamos falando de valorização da vida, da saúde e da dignidade de quem constrói a Caixa todos os dias", declarou.
Além da defesa do custeio justo, a Chapa 2 se compromete com transparência total na gestão, exigindo relatórios claros, acompanhamento permanente da auditoria médica e o envio regular de extratos aos usuários. No campo da qualidade do atendimento, o movimento defende o fim do chamado "Credenciamento Estratégico", que restringe o acesso, e cobra melhorias concretas na rede, no atendimento e nos serviços oferecidos.
O Sindicato reafirma que saúde não pode ser tratada como custo, muito menos como privilégio. Saúde é direito, é conquista coletiva e precisa ser defendida com organização, coragem e unidade.
Vote Chapa 2 - Movimento pela Saúde!

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