Quem faz a Caixa merece respeito: mobilização nacional cobra Saúde Caixa sem teto, trabalho digno, valorização e defesa do banco público

Em Alagoas, o Sindicato somou forças com os empregados e empregadas em um ato de mobilização, reforçando a denúncia contra o descaso e a defesa dos direitos de quem faz a Caixa acontecer todos os dias

 

Vestidos de preto, empregados e empregadas da Caixa transformaram a indignação em mobilização. O protesto, realizado dentro da Campanha Nacional dos Bancários 2026, chamou a atenção para problemas que vêm se acumulando e que afetam diretamente a saúde, a qualidade de vida e as condições de trabalho de milhares de trabalhadores.

Durante a mobilização, os dirigentes do Sindicato percorreram as agências do Centro da Capital Caixa, conversando com os colegas e distribuindo um manifesto em defesa de quem faz a Caixa, do Saúde Caixa e da manutenção de uma Caixa 100% pública. O material reforçou as principais reivindicações da categoria e destacou que fortalecer o banco passa, necessariamente, pela valorização de seus empregados.

A iniciativa levou informações sobre a campanha diretamente aos locais de trabalho, ampliando o diálogo com os empregados e empregadas e reforçando que a mobilização seguirá durante todo o processo de negociações da Campanha Nacional dos Bancários 2026.

A defesa do Saúde Caixa sem teto de custeio esteve no centro da mobilização. A categoria cobra o fim da limitação imposta ao custeio do plano, considerada uma ameaça à sua sustentabilidade e à qualidade da assistência prestada aos empregados, aposentados e seus dependentes. Para os empregados, defender o Saúde Caixa é garantir dignidade e segurança para quem dedica a vida à Caixa.

Além da defesa do plano de saúde, a mobilização também reforçou a necessidade de melhores condições de trabalho, valorização dos empregados e empregadas e a preservação da Caixa como uma empresa 100% pública, cumprindo seu papel estratégico no desenvolvimento do Brasil e no atendimento à população.

Para o presidente do Sindicato Thyago Miranda, é preciso romper com a ideia de que os problemas enfrentados pelos empregados fazem parte da rotina. "Quem cuida da Caixa também precisa de cuidado. Não dá para naturalizar o adoecimento, a sobrecarga, a insegurança e os ataques aos direitos dos empregados. Defender o Saúde Caixa é defender a dignidade de milhares de trabalhadores e suas famílias. Nossa luta também é pela valorização de quem faz a Caixa cumprir sua missão social todos os dias", declarou.

A diretora Ramonna Mickaelly destacou que o Saúde Caixa representa uma conquista histórica da categoria e que qualquer ameaça ao plano compromete a qualidade de vida dos trabalhadores. "Nossa defesa é por um Saúde Caixa sem teto de custeio, sustentável e acessível. Os empregados e empregadas não podem pagar a conta de decisões que colocam em risco um direito conquistado com muita luta. Cuidar da saúde desses trabalhadores é fortalecer a própria Caixa", enfatizou.

O diretor José Marconde reforçou que as reivindicações vão além da assistência à saúde e envolvem o reconhecimento dos trabalhadores. "A mobilização também cobra trabalho digno, respeito e valorização. Não existe Caixa forte sem empregados valorizados. Defender uma Caixa 100% pública passa, necessariamente, por reconhecer aqueles que fazem o banco funcionar diariamente", disse.

O Sindicato seguirá acompanhando as negociações específicas com a Caixa e reforça que a Campanha continuará mobilizada até que as reivindicações da categoria avancem. A luta por um Saúde Caixa sem teto de custeio, por trabalho digno, pela valorização dos empregados e empregadas e pela manutenção de uma Caixa 100% pública continuará sendo prioridade, porque defender quem faz a Caixa é fortalecer o banco e preservar seu compromisso com o povo brasileiro.

 

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