Dia do Bancário: resistência, coragem e a força de uma categoria que constrói o Brasil

 

O 28 de agosto não é apenas uma data marcada no calendário. É um símbolo de luta e resistência de uma categoria que, ao longo da história, sempre esteve na linha de frente das batalhas sociais e trabalhistas do país. O Dia do Bancário não é só uma homenagem: é o reconhecimento do papel político, econômico e humano de mulheres e homens que movem a economia e escrevem, todos os dias, capítulos da história do Brasil.

O trabalho bancário vai muito além de atender clientes ou manipular números. A categoria carrega o peso das metas abusivas, enfrenta a pressão brutal imposta pelos banqueiros e, mesmo assim, continua sendo parte essencial dos sonhos e da vida de milhões de brasileiros. Cada atendimento, cada contrato, cada orientação é também um pedaço de esperança e dignidade.

O Sindicato reforça que ser bancário é carregar um legado de coragem e conquistas. Ao lado do povo, a categoria nunca se afastou das grandes causas nacionais: democracia, justiça social e igualdade. Sempre que o Brasil precisou, os bancários estavam presentes.

 

 

 

                             

"Ser bancário é ser resistência. É estar no coração da engrenagem que movimenta o país, mas também é ser voz que se ergue contra as injustiças. Nossa história é feita de luta, de coragem e de conquistas, e é isso que celebramos hoje: a força coletiva que insiste em transformar o futuro todos os dias", afirma o presidente Thyago Miranda.

" Neste Dia do Bancário, a homenagem é para cada companheira e companheiro que, mesmo diante de ataques e retrocessos, se mantém firme. Porque ser bancário é mais do que uma profissão: é ser protagonista da construção de um Brasil mais justo e solidário", concluiu.

 

Um legado de luta!

 

 

A data de 28 de agosto carrega a memória da histórica greve de 1951, em São Paulo, quando os bancários enfrentaram o poder econômico e consolidaram sua unidade como classe trabalhadora. Desde então, a categoria nunca se omitiu diante dos grandes desafios nacionais.

 

Em 1985, outro marco: a greve que completa 40 anos em setembro. Foram apenas dois dias de paralisação, mas suficientes para travar o sistema financeiro nacional, numa demonstração de força que entrou para a história.

 

 Parabéns, bancárias e bancários do Brasil! Hoje celebramos a nossa história de resistência e reafirmamos: unidos, somos mais fortes e seguimos na luta!

 

 

 

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